sexta-feira, 29 de abril de 2016

Nebulosa de Órion

nebulosa de Órion ou nebulosa de Orião, também descrita como M42 ou NGC 1976, de acordo com a nomenclaturaastronômica, é uma nebulosa difusa que se encontra entre 1500 e 1800 anos-luz do Sistema Solar, e situada a sul do Cinto de Órion.[1] . Foi descoberta por Nicolas-Claude Fabri de Peiresc em 1610 (anteriormente havia sido classificada como estrela - Theta Orionis). Existem muitas outras (fracas) nebulosas ao redor da nebulosa Orion e existem muitas formações de estrelas na região. A nebulosa Orion é, provavelmente, a nebulosa mais ativamente estudada do céu. O seu nome provém da sua localização naconstelação Orion. Possui 25 anos-luz de diâmetro, uma densidade de 600 átomos/cm³ e temperatura de 70 K. Trata-se de uma região de formação estelar: em seu interior as estrelas estão nascendo e começando a brilhar constantemente. Há uma enorme concentração de poeira estelar e de gases nessa região, o que sugere a existência de água, pela junção de hidrogênio e oxigênio.
É uma das nebulosas mais brilhantes, e pode ser observada a olho nu sobre o céu noturno. Fica a 1.270±76 anos-luz da Terra,[2] e possui um diâmetro aproximado de 24 anos-luz. Os textos mais antigos denominam-na Ensis, palavra latina que significa "espada", nome que também recebe a estrela Eta Orionis, que desde a Terra se vê muito próxima à nebulosa.[3]
A nebulosa de Órion é um dos objetos astronômicos mais fotografados, examinados, e investigados.[4] Dela obteve-se informação determinante a respeito da formação de estrelas e planetas a partir de nuvens de poeira e gás em colisão. Os astrônomos observaram nas suas entranhas discos protoplanetáriosanãs castanhas, fortes turbulências no movimento de partículas de gás e efeitos fotoionizantes perto de estrelas muito massivas próximas à nebulosa.

Nebulosa de reflexão

As nebulosas de reflexão são nuvens de poeira que simplesmente refletem a luz de uma ou mais estrelas vizinhas. Elas não são quentes o suficiente para provocar a ionização no gás da nebulosa como as nebulosas de emissão, mas são brilhantes o suficiente para tornarem o gás visível. Por isso, o espectro das nebulosas de reflexão é semelhante ao das estrelas que as iluminam. Por entre as partículas microscópicas responsáveis pela dispersão estão compostos de carbono (por exemplo, pó de diamante) e de outros elementos, em particular ferro e níquel. Estes últimos dois estão muitas vezes alinhados com o campo magnético e fazem com que a luz dispersa seja ligeiramente polarizada. A distinção entre estes dois tipos de nebulosas foi feita por Hubble em 1922. São regularmente azuis devido à dispersão ser mais eficiente na luz azul que na vermelha (é o mesmo processo que dá a cor azul ao céu e os tons vermelhos do pôr-do-Sol).
As nebulosas de reflexão e as nebulosas de emissão são muitas vezes observadas juntas e são por vezes referidas como nebulosas difusas. Um exemplo disto é a Nebulosa de Orionte.
Conhecem-se cerca de 500 nebulosas de reflexão. Umas das mais famosas nebulosas de reflexão é a que rodeia as estrelas das Plêiades. Uma nebulosa de reflexão azul pode também ser vista na mesma área do céu que a Nebulosa da Trífida. A gigante estrela Antares, que é muito vermelha (classe espectral M1), é rodeada por uma grande nebulosa de reflexão vermelha.
As nebulosas de reflexão são muitas vezes locais de formação estelar.
Em 1922, Edwin Hubble publicou o resultado das suas investigações sobre as nebulosas. Uma parte do seu trabalho diz respeito à lei de luminosidade de Hubble para as nebulosas de reflexão que relacionam o tamanho angular (R) da nebulosas e a magnitude aparente (m) da estrela associada: 5 log (R)= -m+k
onde k é uma constante que depende da sensibilidade da medição.

Plêiades

As Plêiades (Messier 45), conhecidas popularmente como sete-estrelo e sete-cabrinhas,[7] são um grupo de estrelas naconstelação do Touro. As Plêiades, também chamadas de aglomerado estelar (ou aglomerado aberto) M45, são facilmente visíveis a olho nu nos dois hemisférios e consistem de várias estrelas brilhantes e quentes, de espectro predominantemente azul. As Plêiades têm vários significados em diferentes culturas e tradições.
O aglomerado é dominado por estrelas azuis quentes, que se formaram nos últimos 100 milhões de anos. Há uma nebulosa de reflexão formada por poeira em torno das estrelas mais brilhantes que acreditava-se, a princípio, ter sido formado pelos restos da formação do aglomerado (por isto, recebeu o nome alternativo de Nebulosa Maia, da estrela Maia), mas, hoje, sabe-se que se trata de uma nuvem de poeira não relacionada ao aglomerado no meio interestelar que as estrelas estão atravessando atualmente. Os astrônomos estimam que o aglomerado irá sobreviver por mais 250 milhões de anos, depois dos quais será disperso devido a interações gravitacionais com a vizinhança galática.

Aglomerado estelar

Aglomerados estelares ou nuvens estelares são grupos de estrelas, dos quais se definem dois tipos: aglomerados globularessão grupos concentrados de centenas ou milhares de estrelas muito velhas que são gravitacionalmente ligadas, enquantoaglomerados abertos são grupos mais dispersos de estrelas, geralmente contendo menos que algumas centenas de membros, normalmente muito jovens. Aglomerados abertos são rompidos com o tempo pela influência gravitacional de nuvens moleculares gigantes, à medida que se movem pela galáxia, mas os membros do aglomerado continuam a mover-se aproximadamente na mesma direção, mesmo sem estarem mais gravitacionalmente ligados; eles então são conhecidos como associações estelares e, às vezes, de grupos em movimento.

terça-feira, 19 de abril de 2016

Planeta anão

Planeta anão é o termo criado pela União Astronómica Internacional (UAI) para definir uma nova classe de corpos celestes, diferente da definição de planeta e de corpo menor do sistema solar (ou planeta menor). Foi introduzido na resolução da UAI a24 de agosto de 2006 sobre a definição de planeta para os corpos do sistema solar. De acordo com a UAI, um planeta anão é um corpo celeste que:
  • Está em órbita em redor do Sol.
  • Tem massa suficiente para que a sua própria gravidade supere a força de corpo rígido, de maneira a que adquira umequilíbrio hidrostático (forma quase esférica).
  • Não é um satélite de um planeta ou um outro corpo não-celeste.
  • Não tem as proximidades da sua órbita desimpedidas.
Segundo estas características, a diferença entre os planetas e os planetas anões é que estes últimos não têm as proximidades da sua órbita desimpedidas. Esta característica sugere uma origem distinta para os dois tipos de corpos.
De acordo com a definição da UAI, aqueles objetos que relativamente ao Sol estão mais fora da órbita de Neptuno recebem o nome de objetos transneptunianos. Se um objeto celeste cumpre os requisitos da definição de planeta anão e pertence também ao grupo dos transneptunianos (se está na intersecção desses conjuntos) denomina-se plutoide.
As consequências mais imediatas desta nova definição foram a perda de Plutão do estatuto de planeta, a sua classificação como planeta anão e o aumento de categoria de Ceres, antes considerado um asteroide, e de Éris, conhecido como Xena de maneira informal ou 2003 UB313, a sua denominação provisória.

visão de cima da minha casa


Rota da minha casa ate a cedaspy


sexta-feira, 15 de abril de 2016

Planeta gasoso

Planeta gasosoplaneta gigante gasosoplaneta joviano ou planeta gigante de gás é um planeta de grandes dimensões (quer em diâmetro, quer em massa) que é composto principalmente gás (HidrogénioHélioMetano) e que possui um pequeno núcleo sólido rochosono seu interior. A sua composição é semelhante à da nebulosa original que deu formação ao sistema solar. Existem quatro desses planetas no sistema solarJúpiterSaturnoUrano e Netuno, que diferenciam-se dos restantes membros do Sistema Solar pelas suas dimensões e também pela
sua composição química e estrutural.
O termo planetas jovianos significa planetas com características similares às do planeta Júpiter, sendo portanto um sinônimo para gigante gasoso.

terça-feira, 12 de abril de 2016

Planeta telúrico?

Um planeta telúrico (do latim "tellus", um sinónimo de Terra) ou planeta sólido é um planeta rochoso assim como a Terra. Os planetas telúricos do Sistema Solar são MercúrioVênusTerra e Marte. Estão mais próximos do Sol e por isso estão situados no Sistema Solar interior e têm maior densidade que os planetas gasosos (JúpiterSaturno,Urano e Netuno). Esta relação planetária tem a sistema solar, em que os materiais mais densos tendem a se concentrar mais perto do sol e os mais leves mais longe do sol. Sua composição interna é basicamente de rochas (silicatos), ferro e outros metais pesados.
ver com a formação do 

Colonização de planetas telúricos[editar | ]

Ao se falar de Colonização espacial, quase sempre se fala dos planetas telúricos (esquecendo os asteroides esatélites naturais), pois estes planetas são, em teoria, habitáveis e exploráveis se sofrerem uma Terraformação, pois de acordo com este conceito são os únicos plausíveis de aplicação desta técnica e, além disto, facilitaria pela sua proximidade física com a Terra, o que não criaria tantas diferenças. Sua composição se baseia em metais e recursos exploráveis e, desde que a atmosfera e superfície não se demonstrem hostis, poderiam ser habitados.

Planetas telúricos extrassolares[editar | ]

Devido a tecnologia atual para observação de planetas extrassolares, dos mais de 300 planetas extrassolares já descobertos, uma dúzia são corpos rochosos, mas é possível que vários desses planetas estejam orbitando os planetas gasosos na forma de satélites naturais; como os gasosos são bem maiores, sua descoberta é muito mais facilitada em comparação com os rochosos, por isso o número de telúricos extrassolares conhecidos é tão pequeno ainda.

terça-feira, 5 de abril de 2016

Cintura de asteroides

cintura de asteroidescinturão de asteroides ou ainda cintura interna de asteroides é uma região doSistema Solar compreendida aproximadamente entre as órbitas de Marte e Júpiter. Alberga múltiplos objetos irregulares denominados asteroides.
Esta faixa tornou-se conhecida também como cintura principal, contrastando com outras concentrações de corpos menores como, por exemplo, o cinturão de Kuiper ou os asteroides troianos que coorbitam com Júpiter.
Mais da metade da massa total da cintura está contida nos quatro objetos de maior tamanho: Ceres4 Vesta2 Palas e 10 Hígia. Ceres, o maior e o único planeta anão do cinturão, possui um diâmetro de 950 km e tem o dobro do tamanho do segundo maior objeto. Contudo, a maioria de corpos que compõem o cinturão são muito menores. O material do cinturão, apenas cerca de 4% da massa da Lua, encontra-se disperso por todo o volume da órbita, pelo qual seria muito difícil atravessá-lo e chocar com um destes objetos. Pcomposições e características similares. As colisões também produzem uma poeira que forma o componente majoritário da luz zodiacal. Os asteroides podem ser classificados, segundo o seu espectro e composição, em três tipos principais:carbonáceos (tipo-C), de silicato (tipo-S) e metálicos (tipo-M).

orém, dois asteroides de grande tamanho podem chocar entre si, formando o que é conhecido como "famílias de asteroides", que possuem
A cintura de asteroides formou-se na nebulosa protossolar com o restante do Sistema Solar. Os fragmentos de material conteúdos na região do cinturão formaram um planeta, mas as perturbações gravitacionais de Júpiter, o planeta mais massivo, fizeram com que estes fragmentos colidissem entre si a grandes velocidades e não pudessem agrupar-se, tornando-se o resíduo rochoso atual. Uma consequência destas perturbações são as lacunas de Kirkwood; zonas nas quais não se encontram asteroides devido a ressonâncias orbitais com Júpiter, e as suas órbitas tornarem-se instáveis. Se algum asteroide passasse a ocupar esta zona seria expelido na maioria dos casos fora do Sistema Solar, embora ocasionalmente possa ser enviado para algum planeta interior, como a Terra, e colidir com ela. Desde a sua formação foi expulsa a maior parte do material.

Você sabe o que e um cometa?



     Sabe quando o céu está estrelado e você de repente enxerga uma estrela que parece que está caindo do céu? Esta estrela caída é um cometa. Eles existem desde que o universo se formou e viajam por aí a grandes velocidades. Em uma das teorias sobre ao surgimento da vida na terra, acredita-se que tenha sido um cometa que trouxe a vida para cá (o que faria de nós parentes distantes de microorganismos alienígenas...).
Mas, especulações à parte, o que se sabe sobre o cometas é que eles são pequenos corpos celestes (se comparados a planetas, estrelas, etc.), frágeis e irregulares compostos por material congelado.
Os cometas são estruturas muito dinâmicas e embora possamos generalizar suas características para fins explicativos, sempre haverá exceções. Por exemplo, os cometas geralmente têm um diâmetro de cerca de 10 km, no entanto, o cometa Hale-Bopp, descoberto em julho de 1995, possui 40 km de diâmetro. Bem maior que a média.
Então, no geral, os cometas são formados por um núcleo de gelo e uma espécie de nuvem em volta do núcleo chamada coma. Estas duas partes formam a cabeça do cometa. A cauda é dividida em três partes, um que fica bem no centro, logo atrás do cometa, e outras duas que ficam um pouco deslocadas para os lados do cometa. O rastro do meio é chamado de “envelope de hidrogênio”, porque é constituído do hidrogênio liberado do núcleo do cometa quando este se aproxima mais do sol. Os outros dois rastros são os íons e partículas de pó que também escapam do núcleo do cometa. As partículas de pó são mais densas que os íons, portanto elas formam um rastro um pouco curvado. Já o rastro dos íons é uma reta, geralmente diagonal a trajetória do cometa em sentido oposto.
Quando estão suficientemente longe do sol, os cometas não desenvolvem essa cauda, nem o coma e são apenas pedaços de gelo chamados de “icebergs sujos” ou “bola de gelo sujo”.
Alguns cometas famosos: cometa Kohoutek, cometa Hyakutake, cometa Mueller, cometa West, Cometa Hale-Bopp e Cometa Halley.

sexta-feira, 1 de abril de 2016

O que e astronomia?


Astronomia é uma ciência natural que estuda corpos celestes (como estrelasplanetascometasnebulosasaglomerados de estrelas,galáxias) e fenômenos que se originam fora da atmosfera da Terra (como a radiação cósmica de fundo em micro-ondas). Preocupada com a evolução, a física, a química e o movimento de objetos celestes, bem como a formação e o desenvolvimento do universo.
A astronomia é uma das mais antigas ciências. Culturas pré-históricas deixaram registrados vários artefatos astronômicos, comoStonehenge, os montes de Newgrange, os menires. As primeiras civilizações, como os babilôniosgregoschinesesindianosiranianos emaias realizaram observações metódicas do céu
noturno. No entanto, a invenção do telescópio permitiu o desenvolvimento da astronomia moderna. Historicamente, a astronomia incluiu disciplinas tão diversas como astrometrianavegação astronômicaastronomia observacional e a elaboração de calendários. Durante o período medieval, seu estudo era obrigatório e estava incluído no Quadriviumque, junto com o Trivium, compunha a metodologia de ensino das sete Artes liberais.[1]
Durante o século XX, o campo da astronomia profissional foi dividido em dois ramos: a astronomia observacional e a astronomia teórica.[carece de fontes] A primeira está focada na aquisição de dados a partir da observação de objetos celestes, que são então analisados utilizando os princípios básicos da física. Já a segunda é orientada para o desenvolvimento de modelos analíticos que descrevem objetos e fenômenos astronômicos. Os dois campos se complementam, com a astronomia teórica procurando explicar os resultados observacionais, bem com as observações sendo usadas para confirmar (ou não) os resultados teóricos.
Os astrônomos amadores têm contribuído para muitas e importantes descobertas astronômicas. A astronomia é uma das poucas ciências onde os amadores podem desempenhar um papel ativo, especialmente na descoberta e observação de fenômenos transitórios[2] [3] .
A Astronomia não deve ser confundida com a astrologia, sistema de crença que afirma que os assuntos humanos estão correlacionados com as posições dos objetos celestes. Embora os dois campos compartilhem uma origem comum, atualmente eles estão totalmente distintos[4] .

Apresentação



Nome: Marcos rian

Idade: 14

Escola: E.E Presidente Itamar franco.

Serie: 9

O que gosta de fazer: Estudar.

O que deseja pra sua vida: Estudar Astronomia, Astrologia e Astrofísica.